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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Osteossarcoma

Os tumores ósseos de maneira geral correspondem ao sexto grupo de malignidade a incidir na infância e adolescência. O osteossarcoma (também chamado de sarcoma osteogênico) e o sarcoma de Ewing são os dois principais tumores ósseos da população pediátrica O osteossarcoma é mais freqüente durante a adolescência e costumam atingir as extremidades dos ossos longos. Locais primários mais comuns de aparecimento é o fêmur e tíbia (próximos ao joelho) e úmero (próximo ao ombro), mas podem acometer outros ossos, chamados ossos chatos (vértebras, bacia, mandíbula) assim como em crianças mais novas e adultos. Certas condições genéticas e hereditárias aumentam a chance deste tipo de tumor, por exemplo, na síndrome de Li-Fraumeni, doença de Paget, retinoblastoma hereditário, osteogênese imperfeita, entre outros.
SINAIS/SINTOMAS
Os sintomas mais comuns são dor localizada e inchaço do local. É freqüente o paciente associar a dor a um trauma recente. No exame físico podemos encontrar aumento do volume local, dor, calor local e limitação na movimentação da articulação comprometida. As metástases ocorrem principalmente para pulmões e outros ossos e geralmente dão pequenos sintomas desde um estágio precoce da doença.
DIAGNÓSTICO
Dor persistente, profunda e localizada, principalmente se associada com massa palpável, necessita de uma avaliação radiológica, onde poderá ser levantada a suspeita de tumor. A biópsia da lesão suspeita deve ser realizada, e este procedimento deverá ser feito pelo cirurgião que fará a cirurgia definitiva para se preservar a opção de se manter o membro afetado. Estudos de imagem incluem tomografia do tórax para procurar metástase pulmonar e cintilografia óssea para pesquisa de metástase óssea, além de ressonância nuclear magnética do tumor primário para total avaliação da extensão dentro da medula e dos tecidos moles que rodeiam o osso.
TRATAMENTO
O tratamento inclui a quimioterapia e ressecção cirúrgica completa. A radioterapia não tem valor no tratamento destes tumores, sendo a cirurgia o tratamento principal. O uso de quimioterapia agressiva previamente à cirurgia trata a doença metastática oculta, e a resposta do tumor a essa quimioterapia serve como um indicador prognóstico. Além disso, com a quimioterapia prévia, existe maior chance de preservação do membro de 60 a 80%, sem a necessidade de amputação. No entanto é necessário ressaltar que a retirada completa do tumor é essencial para se alcançar a cura.
Independente da técnica cirúrgica usada, a reabilitação extensiva é crucial para o paciente. Meses de exercícios intensivos pode ser necessária para se atingir a função máxima. Quando a amputação é necessária, os pacientes devem ser previamente orientado quanto à sensação de membro fantasma (o cérebro ainda pensa que o membro está presente, mesmo após a amputação). O uso de prótese deve ser estimulado o mais precocemente possível.
PROGNÓSTICO
Atualmente se espera cura de no mínimo 66% dos pacientes que não apresentam metástases ao diagnóstico. Estas taxas variam dependendo do subtipo do tumor. Os pacientes que já apresentam metástases ao diagnóstico, esperam-se menos de 20% de taxa de sobrevida. Uma parcela dos pacientes com metástase pulmonar (20 a 30%) pode ter sucesso no tratamento, se todos os nódulos puderem ser ressecados e se for administrado quimioterapia agressiva. Quanto menos nódulos, melhor o prognóstico. Crianças com doença metastática óssea ou com doença extensa em pulmão não são curáveis com os tratamentos disponíveis atualmente.

Erisipela


Erisipela é um processo infeccioso cutâneo, podendo atingir a gordura do tecido celular subcutâneo, causado por uma bactéria que se propaga pelos vasos linfáticos. Pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, mas é mais comum nos diabéticos, obesos e nos portadores de deficiência da circulação venosa dos membros inferiores. Não é    contagiosa.
Nomes populares: esipra, mal-da-praia, mal-do-monte, maldita, febre-de-santo-antônio
A erisipela ocorre porque uma bactéria (um Estreptococo) penetra numa pele favorável à sua sobrevivência e reprodução. A porta de entrada quase sempre é uma micose interdigital (as famosas “frieiras”), mas qualquer ferimento pode desencadear o mal. A pele mais favorável é a das pernas inchadas, principalmente nos pacientes diabéticos, obesos e idosos.

Diagnosticos
O diagnóstico é feito apenas pelo exame clínico, analisando os sinais e sintomas apresentados pelo paciente. Não há necessidade de nenhum exame de sangue ou de outro exame especial da circulação, a não ser para acompanhar a evolução do paciente.

Sinais e sintomas
Os primeiros sintomas podem ser aqueles comuns a qualquer infecção: calafrios, febre alta, astenia, cefaléia, mal-estar, náuseas e vômitos. As alterações da pele podem se apresentar rapidamente e varia desde uma simples vermelhidão, dor e edema (inchaço) até a formação de bolhas e feridas por necrose (morte das células) da       pele.
A localização mais freqüente é nos membros inferiores, na região acima dos tornozelos, mas podem ocorrer em outras regiões como face e tronco. No início, a pele se apresenta lisa, brilhosa, vermelha e quente. Com a progressão da infecção, o inchaço aumenta, surgem as bolhas de conteúdo amarelado ou achocolatado e, por fim, a necrose da pele. É comum o paciente queixar-se de “íngua” (aumento dos gânglios linfáticos na virilha).

Tratamento
O tratamento consta de várias medidas realizadas ao mesmo tempo e só deve ser administrado pelo             médico:
1 – Uso de antibióticos específicos para eliminar a bactéria causadora.
2 – Redução do inchaço, fazendo repouso absoluto com as pernas elevadas, principalmente na fase inicial. Pode ser necessário o enfaixamento da perna para diminuir o edema mais      rapidamente.
3 – Fechamento da porta de entrada da bactéria, tratando as lesões de pele e as         frieiras.
4 – Limpeza adequada da pele, eliminando o ambiente adequado para o crescimento das   bactérias.
4 – Uso de medicação de apoio, como antiinflamatórios, antifebris, analgésicos e outras que atuam na circulação linfática e venosa.
As crises repetidas de erisipela podem ser evitadas através de cuidados higiênicos locais, mantendo os espaços entre os dedos sempre bem limpos e secos, tratando adequadamente as frieiras, evitando e tratando os ferimentos das pernas e tentando manter as pernas desinchadas.
Deve-se evitar engordar, bem como permanecer muito tempo parado, em pé ou sentado. O uso constante de meia elástica é uma grande arma no combate ao inchaço, bem como fazer repouso com as pernas elevadas sempre que possível.
Procurar um especialista quando apresentar qualquer dos sintomas iniciais da doença, relatados anteriormente














Pé plano

O termo "pé chato", no meio médico, também é conhecido como pé plano; entretanto a denominação mais correta é pé plano valgo flexível. É uma situação caracterizada pela diminuição do arco longitudinal medial do pé (elevação plantar do pé), ou seja, o lado medial (interno) do pé toca ou está próximo deste. Esta condição acomete a maioria das crianças até os 3 ou 4 anos de idade, quando começa a ocorrer a absorção desta gordura e o desenvolvimento do arco do pé.
Agente etiológico/causa: O pé plano é uma condição muito comum. Em bebês e crianças começando a andar o arco longitudinal do pé ainda não está desenvolvido e a condição é normal. Esse arco se desenvolve na infância e na vida adulta apenas 1 em cada 7 adultos apresenta pés chatos. A maioria desse tipo de problema é considerada como variações do normal. Os pés são, em geral, flexíveis e o arco aparece quando a pessoa fica em pé, apoiada nos dedos. Pés rígidos e sem flexibilidade podem estar associados a outras condições e exigem atenção.
Característica: Condição na qual a maior parte da planta do pé fica em contato com o solo, como resultado de redução ou ausência do arco longitudinal do pé (do dedão ao calcanhar).
Sinais e sintomas: Há três situações em que devemos estar atentos:
Pé chato doloroso: Sempre que a criança queixar-se de dor importante deve-se procurar atendimento.
Pé chato grave: uma criança com uma deformidade muito acentuada deve ser avaliada.
Pé chato que se desenvolve a partir dos 8 ou 9 anos de idade: algumas crianças com pés levemente chatos ou pés normais começam a desenvolver, a partir de 8 ou 9 anos, um pé gravemente chato, esta situação é conhecida por Coalisão Tarsal (fusão de dois ossos do pé) e deve ser avaliada.
Diagnóstico:
- Ausência do arco longitudinal do pé, observado quando a pessoa fica em pé;
- A pegada úmida no cimento mostra o extenso contato da planta do pé com o solo;
- Pés inclinados para dentro quando a pessoa fica em pé e ereta;
- O exame dos pés é suficiente para que o médico elabore o diagnóstico. Em geral os exames não são necessários.
Tratamento: A maioria dos casos de pé chato não exige tratamento. Para uma criança de 3 ou 4 anos, devemos estimulá-la a caminhar descalça na areia ou na grama para desenvolver a musculatura do pé e a conseqüente formação do arco. O uso de sapatos ortopédicos corretivos não se mostrou efetivo na correção das deformidades e hoje está praticamente abandonado. Nos pés planos graves, dolorosos ou naqueles de início tardio, a investigação deve ser cuidadosa e o tratamento cirúrgico deve ser considerado.

Halux rígido

O primeiro ou grande metatarso cumpre papel importante no nosso caminhar. Ele tem de dobrar a cada passo que damos. Possui uma importante articulação em sua base, denominada articulação metatarso-falangeana ou articulação MTF. A articulação MTF se localiza onde os ossos metatarso e falange se encontram e se articulam. As terminações desses ossos são cobertas por uma lisa cartilagem articular, o que permite a livre locomoção de ambos.

Agente etiológico/causa: Qualquer dano à cartilagem pode provocar lesão ou artrite. Uma leve lesão à cartilagem pode, com o tempo, agravar-ser e ocasionar perda generalizada da cartilagem ou doença articular degenerativa. Geralmente, à medida que “o uso e o conseqüente desgaste” da articulação MTF progridem, surgem protuberâncias ósseas (osteófitos) que se formam nas superfícies dos ossos. Esses osteófitos podem impedir os movimentos articulares e causar dores, sobrevindo o que se denomina Hállux Limitus ou Hálux Rígido. Controversa, Direta ou indireta, Traumático e sistêmico.
Característica: Uma cartilagem pode danificar-se por uma série de razões: traumas (lesões), infecções, inflamações e mal-alinhamento. A lesão traumática pode causar uma deficiência pontual.  O mal-alinhamento dos ossos pode causar danos generalizados às superfícies das articulações, assim como acontece às ranhuras dos pneus do automóvel, caso as rodas não estejam bem alinhadas.
Sinais e sintomas:
  • Grau I- espaço articular preservado, mínimos osteófitos, queixa de dor no desprendimento da marcha;
  • Grau II- espaço diminuído, esclerose, osteofitose moderada, stress mecânico, limitação do movimento;
  • Grau III- acentuada diminuição de o espaço articular, degeneração, osteófito volumoso.

Diagnóstico: clínico, de acordo com as queixas do paciente, limitação do movimento, dificuldade de deambular e dor.
Tratamento: Conservador: estágio inicial, com sintomáticos, palmilha, sapatos sola rígida; Cirúrgico: queilectomia, osteotomia, artroplastia, artrodese.

Esporão de calcâneo.

O esporão do calcâneo faz parte do quadro de Fasceíte Plantar e se caracteriza por um crescimento ósseo no calcâneo, mas é importante salientar que o esporão não ocorre na fascia plantar e sim no músculo flexor curto dos dedos, o qual é adjacente à fascia. Apenas 50% das pessoas com fasceíte tem esporão e 10% das pessoas sem dor no calcâneo também tem esporão, assim, via de regra, não há indicação de ressecção cirúrgica do esporão.

Agente etiológico/causa: A dor no pé, ou no calcanhar.

Característica: caracteriza por um crescimento ósseo no calcâneo.
Sinais e sintomas: O paciente com esporão de calcâneo apresenta dor na parte posterior plantar do pé. Esta dor ocorre principalmente nos primeiros passos quando o paciente levanta-se da cama pela manhã. Atividades esportivas ou ficar longos períodos em pé também causam dor importante.
Diagnóstico: Através de um simples exame radiológico, pode-se distinguir fasceíte plantar e esporão calcâneo. Como se pode observar nas figuras (acima), o esporão é um crescimento ósseo no calcanhar enquanto a da fáscia plantar caracteriza-se por uma inflamação na planta do pé.
Tratamento: O tratamento do esporão é eminentemente conservador. Deve-se parar imediatamente a causa (por exemplo, prática de corrida) e incluir a administração de antiinflamatórios (sempre com orientação MÉDICA), além de fazer o teste da pisada para saber se você utiliza o tênis ideal para o seu tipo de pé, pisada e seu peso. Deve verificar também a necessidade do uso de palmilhas (feitas sob medida); a restrição das atividades que envolvam apoio prolongado, a deambulação de longa distância, saltos e corridas; exercícios de alongamento; assim como recursos que promovam analgesia e diminuição das tensões ou até mesmo uma cirurgia para retirada do esporão, procedimento este que ainda não há um consenso entre os médicos, e neste caso ele (médico) é o profissional mais indicado para lhe orientar.

Artelho em garra.





Deformidade no pé em que os dedos ficam voltados para baixo e o arco é pronunciado, dando ao pé uma aparência de garra. O dedo em garra, ou dedo em martelo, é uma deformidade similar que ocorre em um único dedo do pé, em que a articulação mais próxima ao pé fica voltada para cima e as outras articulações dos dedos, para baixo.
Agente etiológico/causa: deformidade congênita, distrofia muscular. O pé em garra pode estar presente no momento do parto (congênito) ou se desenvolver em conseqüência de distúrbios (adquirido).
Característica: Em princípio, produzem uma deformidade flexível, mas com o tempo os dedos se tornam rígidos e começam a desenvolver calosidades dolorosas, conseqüência da pressão e atrito inadequado entre os pés e calçados.
Sinais e sintomas: Deformidade no pé em que os dedos ficam voltados para baixo e o arco é pronunciado, dando ao pé uma aparência de garra, podendo aparecer calos na região dorsal dos dedos
Diagnóstico: Clínico
Tratamento: - Utilize sapatos com a zona dos dedos macia, espaçosa e evite sapatos de salto e/ou apertados (os sapatos devem ter, pelo menos, mais um centímetro que o dedo maior)
- Peça a um sapateiro para alargar um pouco a zona dos dedos do sapato para acomodar a deformidade.
- As sandálias podem ajudar desde que não comprimam nem friccionem outras áreas do pé.

- Uma “almofada” personalizada, feita pelo seu podologista, pode redistribuir o peso e aliviar a pressão.

- Manualmente estique os dedos do pé e articulações para as posições normais.

- Exercite os dedos do pé usando-os para agarrar berlindes ou uma toalha colocada no chão
É interessante a intervenção precoce com o uso de órteses corretoras e alongamentos quando os dedos ainda estão flexíveis. Em fase tardia, com a rigidez, por vezes é indicado procedimento cirúrgico.

domingo, 27 de novembro de 2011

Hanseníase

  • O que é?  Agente causador?

Doença causada por um micróbio, uma bactéria chamado bacilo de Hansen (mycobacterium leprae). É um parasita intracelular
obrigatório que apresenta afinidade por células
cutâneas, hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa), microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo.
A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
Também conhecida como lepra, morféia, mal-de-Lázaro, mal-da-pele ou mal-do-sangue.

  • Forma de contágio?

Não é uma doença hereditária. A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes (bacilos) eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz.
Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase. A infecção dificilmente acontece depois de um simples encontro social.
A maioria das pessoas é resistente ao bacilo e, portanto, não adoece. De sete doentes, apenas um oferece risco de contaminação.
Das oito pessoas que tiveram contato com o paciente com possibilidade de infecção, apenas dois contraem a doença. Desses dois, um torna-se infectante.

  • Sinais e sintomas

 Classificada como doença da pele, tem início lento. A bactéria atinge, inicialmente, a pele, a mucosa do nariz, os testículos, os olhos; em seguida, os nervos, com conseqüente perda de sensações táteis e movimentos do corpo.
Os principais sintomas, em ordem de aparecimento são:
Pele: manchas avermelhadas ou esbranquiçadas e regiões "anestesiadas"; perda de pêlos nas regiões afetadas, caroços ou nódulos, dores, cãibras e formigamento de mãos e pés.
Nervos: perda de movimento de pés e mãos, diminuição da força muscular, ressecamento dos olhos, atrofia dos dedos.
 A classificação das formas clínicas da hanseníase divide-se basicamente em quatro: indeterminada, tuberculóide, dimorfa e virchowiana. Os dois tipos mais importantes são a tuberculóide e a virchowiana ou lepromatosa. A formatuberculóide é carcterizada por nódulos sob a pele e regiões de anestesia circunscrita, pelas lesões dos nervos periféricos. A forma mais grave é a vichowiana ou lepromatosa que causa ulcerações e deformidades, com mutilações de mãos, nariz e orelhas.

  • Tratamento

A hanseníase se apresenta, basicamente, de duas formas. O tratamento depende do tipo.
Se for do tipo paucibacilar (com poucos bacilos), o tratamento é mais rápido. É dada uma dose mensal de remédios durante seis meses. Além da ingestão de um comprimido diário;
Se for do tipo multibacilar (com muitos bacilos), o tempo para tratamento é mais longo. São 12 doses do medicamento, uma por mês. Além de dois outros remédios diários durante os dois anos.
O tratamento será 100% eficiente se for levado a sério do começo ao fim. Todos os medicamentos devem ser distribuídos pela rede pública de saúde.
·         Prevenção
A hanseníase é, hoje, bem conhecida. Pode ser controlada e mesmo erradicada desde que sejam tomadas medidas de prevenção. Esta cabe mais aos poderes públicos, no sentido de tomar medidas que acabem com a miséria responsável pela promiscuidade e acúmulo de pessoas com baixa imunidade em ambientes pequenos, mal arejados e sujos.
Vacina BCG protege contra a Hanseníase principalmente as formas multibacilares, ou seja, as formas transmissíveis da doença.
Conhecendo os primeiros sinais da Hanseníase, encaminhando o doente para uma consulta e realização de exames, o mais cedo possível, a doença poderá ser imediatamente descoberta,tratada e curada, evitando maiores danos para o doente e sua família.

·         Dados de interesse do podólogo
Sempre utilizar os EPI’S independente do paciente, sem restrições. Como luvas, mascaras, óculos de proteção, touca, ou seja, sempre se prevenir.